multirriscos habitação

7 erros no seguro da casa que milhares de portugueses estão a cometer antes das próximas tempestades

Nos últimos anos, as tempestades têm causado danos significativos em habitações um pouco por todo o país. Telhados arrancados, infiltrações, muros destruídos, garagens inundadas e milhares de euros em prejuízos.

Tempestades como a Tempestade Martinho mostraram algo preocupante: muitas casas tinham seguro… mas não tinham a proteção certa.

O problema não é apenas ter seguro.
O problema é ter um seguro mal ajustado à realidade da casa e aos riscos atuais em Portugal.

Aqui estão os erros mais comuns que vejo no seguro multirriscos habitação.


1. Acreditar que o seguro do banco protege tudo

Quando alguém compra casa com crédito habitação, normalmente faz um seguro associado ao banco.

Mas há algo que muitos não sabem:

Na maioria dos casos, o que o banco exige é apenas seguro de incêndio ou coberturas mínimas.

Isso significa que podem não estar incluídos riscos como:

  • Tempestades fortes

  • Inundações

  • Danos no recheio da casa

  • Responsabilidade civil familiar

E só se descobre isso quando acontece um problema.


2. Não ter cobertura para tempestades

Com as alterações climáticas, os fenómenos extremos estão a tornar-se mais frequentes em Portugal.

Mesmo assim, muitas apólices têm:

  • Exclusões

  • Franquias elevadas

  • Limites baixos de indemnização

E isso pode fazer uma grande diferença no momento do sinistro.


3. Capitais de reconstrução desatualizados

Este é um erro muito comum.

O valor seguro da casa foi definido quando a casa foi comprada…
mas os custos de construção aumentaram bastante nos últimos anos.

Se o capital estiver abaixo do necessário, pode acontecer algo chamado subseguro.

Ou seja: o seguro paga apenas uma parte dos danos.


4. Não incluir o recheio da habitação

Muitas pessoas têm seguro apenas para o imóvel.

Mas pense nisto:

Dentro da casa existem:

  • Móveis

  • Eletrodomésticos

  • Televisões

  • Computadores

  • Equipamentos

  • Roupa

  • Objetos pessoais

Em caso de inundação ou tempestade, o prejuízo pode ser enorme.


5. Nunca rever o seguro da casa

Este é provavelmente o erro mais frequente.

As pessoas fazem o seguro quando compram a casa e depois passam:

  • 5 anos

  • 10 anos

  • ou mais

Sem qualquer atualização.

Entretanto mudaram muitas coisas:

  • A casa foi melhorada

  • Foram instalados painéis solares

  • O valor de reconstrução aumentou

  • Os riscos climáticos cresceram

Mas o seguro continua igual.


6. Ignorar pequenas cláusulas que fazem toda a diferença

Há detalhes que podem mudar completamente uma indemnização, como:

  • Limites por cobertura

  • Franquias

  • Exclusões específicas

  • Definição de fenómenos naturais

  • Cobertura de anexos e muros

São coisas que muitas pessoas só descobrem… quando já é tarde.


7. Pensar que rever o seguro vai ser caro

Na realidade, muitas vezes acontece o contrário.

Em muitos casos é possível:

  • Melhorar coberturas

  • Ajustar capitais

  • Ou até reduzir custos

Tudo depende de como o seguro foi feito inicialmente.


A pergunta mais importante que deve fazer hoje

Se uma tempestade forte atingisse a sua casa esta semana…

  • O seu telhado estaria protegido?

  • A entrada de água estaria coberta?

  • O recheio seria indemnizado?

  • O valor do seguro seria suficiente para reconstruir a casa?

Se existe dúvida, então vale a pena rever o seguro.


O que recomendo a todos os proprietários em Portugal

Depois das últimas tempestades que afetaram o país, há algo que ficou claro:

Ter seguro já não é suficiente.
É preciso ter o seguro certo.

Uma análise simples pode evitar prejuízos muito elevados.


Análise gratuita ao seu seguro de habitação

Se quiser, posso analisar o seu seguro multirriscos habitação e verificar:

  • Se tem as coberturas corretas

  • Se está protegido contra tempestades e inundações

  • Se os capitais estão adequados

  • Se existe alguma falha de proteção

Sem compromisso.

O objetivo é simples:
garantir que a sua casa está realmente protegida antes da próxima tempestade.